Dia 3

Abre a porta e se depara com a penumbra. Nas paredes, o desenho riscado pela luz débil que atravessa a janela fechada. Respira pouco enquanto sente com os pés o chão. Esse prazer traz uma lembrança remota, as partículas minúsculas que somos capazes de enxergar na contraluz. Um vendedor de pães canta na rua e dois cachorros latem. O portão se abre lá fora e os passos indicam aproximação. No começo da noite espera ter qualquer deleite que seja.

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